Será realmente o fim do dinheiro em espécie?

A popularização de novas tecnologias colocam em cheque a necessidade do uso de cédulas e moedas físicas 

De acordo com um estudo realizado pela empresa americana Morning Consult, o Brasil é o quarto colocado no ranking global de países que mais utilizam carteiras digitais com 74% de aderência, ficando atrás somente da China, Índia e Alemanha. Ainda nessa linha, o Pix foi responsável por transacionar um valor de mais de R$ 16 trilhões em 2023. Esses números reforçam que as novas tecnologias e modalidades de pagamento têm o potencial de substituir o dinheiro em papel em muitos contextos. Com a popularização de cartões de débito e crédito, carteiras digitais e sistemas de pagamento instantâneo, como o Pix, evidenciam cada vez mais a baixa na necessidade de usar cédulas e moedas no dia a dia das pessoas.


  “Apesar dos dados e da movimentação do mercado, acredito que seria um exagero dizer que o papel moeda vai deixar de existir. Ele deve continuar tendo seu espaço, ainda que menor. Esse movimento de extinção do dinheiro físico seria extremamente radical e contrário a cronologia da humanidade, basta olharmos a nossa história para perceber que, mesmo passado séculos de uso popular, o ouro ainda tem seu lugar. Da mesma forma, acredito que o papel moeda também vai manter alguma função, inclusive em economias mais digitalizadas”, analisa Fernando Nunes, especialista em meios de pagamentos, cofundador e CEO da Transfeera, fintech que fornece soluções de pagamentos para empresas.

Nesse contexto, a digitalização dos meios e as novas tecnologias começam a ganhar protagonismo, como o Pix. Embora a modalidade instantânea seja relativamente nova no mercado, com apenas 4 anos desde o lançamento, alcançou maturidade muito rápido no sistema financeiro brasileiro, tanto no segmento B2B quanto no B2C. Ele acelerou a transição para pagamentos digitais, principalmente por sua ampla aceitação e facilidade de uso, e por isso conquista cada vez mais espaço, reduzindo a dependência do dinheiro físico.


​‎     Por conseguinte, novos desafios surgiram, como a garantia da segurança e da confiabilidade das transações digitais, especialmente em um cenário de crescente sofisticação de ataques cibernéticos. Em contrapartida, o mercado transborda com o desenvolvimento de tecnologias seguras, novos serviços e modelos de negócios que oferecem soluções financeiras mais inclusivas e eficientes.

As instituições têm se adaptado ao cenário de transição do dinheiro em espécie investindo em ferramentas digitais integrando o Pix e outras tecnologias em seus serviços. Elas têm buscado oferecer uma variedade de métodos de pagamento para atender às diferentes necessidades dos clientes, o que inclui desde transações digitais até o atendimento às demandas pela moeda física em situações específicas”, explica o especialista.
 

Vale ressaltar que ao passo em que novos mecanismos financeiros surgem, é necessário o desenvolvimento e aplicação de novas regulamentações que monitoram as atividades e certificam a segurança. Essa constante evolução, trabalhada principalmente pelos principais órgãos regulamentadores e instituições financeiras, estabelece normas claras e eficazes que protejam os usuários e promovam a integridade do sistema financeiro. Esse investimento em medidas de segurança avançada, resultam em recursos como criptografia, autenticação multifatorial e monitoramento em tempo real, para proteger as transações digitais contra fraudes e ataques cibernéticos.

 “Os próximos passos do mercado devem envolver a continuidade da inovação em soluções de pagamento, com o desenvolvimento de tecnologias mais seguras, eficientes e acessíveis. Além disso, será importante investir em educação financeira e inclusão digital para garantir que todas as pessoas tenham acesso aos benefícios das soluções digitais de pagamento”, finaliza Nunes.

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