| Essa tendência vem desde a pandemia. O país chegou a ter 6,1 milhões de trabalhadores, mas durante a crise sanitária caiu até atingir o terceiro menor número da série histórica – e nunca mais voltou aos patamares anteriores.
Ao mesmo tempo, o aumento do custo de vida no país também influenciou a queda, já que o aperto no orçamento fez as famílias deixarem serviços não essenciais em segundo plano.
Além disso, o nível de escolaridade dos domésticos cresceu cerca de 12% entre 2015 e 20254, o que pode ter facilitado a migração para outros empregos mais bem remunerados.
Nesse cenário, uma tendência que já vinha acontecendo se confirmou ainda mais: o número de diaristas que trabalham em mais de um domicílio saltou de 30% em 2019 para 33,7% no final de 2025.
Na verdade, o aumento dos preços faz com que as famílias contratem mais serviços domésticos pontuais e não mensais, ainda mais com as famílias cada vez menores.
Há de destacar que, de outro lado, desde que se criou a CLT para domésticos em 2013, esse movimento se intensificou consideravelmente, com uma queda efetiva de 18% no número de trabalhadores formais nessa categoria. (Fonte: The News). |
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