Autor: Carlos Alberto Teixeira de Oliveira

O Produto Interno Bruto (PIB) é responsável por medir o desempenho econômico de um país em determinado período, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O IBGE explica que o indicador pode ser visto como uma fotografia da economia por se tratar do cálculo do valor que considera o total de bens e serviços finais produzidos no país naquele momento específico que está sendo analisado. No entanto, é importante ressaltar que a análise é feita com base somente nos bens e serviços finais produzidos para evitar a dupla contagem. “Por exemplo, na produção de um automóvel. Temos…

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Urgente atenuar os atuais níveis de concentração de renda Carlos Alberto Teixeira de Oliveira – Presidente/Editor Geral de MercadoComum Neste momento em que o País está apreensivo pelas suas dificuldades que considero momentâneas e por isto impossibilitado de enxergar o futuro que tem em suas mãos, precisamos ecoar um grito de esperança, otimismo e fé. Mas, também, deve ressoar um clamor pela adoção de atitudes novas, corajosas e criativas por parte da Sociedade e do Governo, único caminho para que o sonho se torne real. Só o crescimento vigoroso torna plástica a economia, criando condições para que as ações conscientes…

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É importante mencionar que, no ano de 1995, o PIB-Produto Interno Bruto brasileiro totalizava, em valores correntes, US$ 770,86 bilhões e detinha uma participação relativa de 2,46% no total mundial e superava o da China, de US$ 731,00 bilhões, com participação de 2,34%. Decorrido um pouco mais de um quarto de século, o resultado atual é impressionante: atualmente, a economia chinesa detém um PIB quase onze vezes maior do que o brasileiro.  Agora, a participação da China no PIB mundial é de 10,57% – enquanto a brasileira reduziu-se para 1,83%. Indicadores de Desempenho de países selecionados – Período de 2019…

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De acordo com o FMI o Brasil deverá registrar, neste ano, um PIB nominal de US$ 1,895 trilhão. Com esse resultado, o país conquistará uma posição e passa a ocupar, novamente, a 12ª colocação no ranking mundial das maiores economias. Entre 2010 e 2014, o Brasil se manteve na 7ª posição. Em 2019, o Brasil ficou na 9ª posição e, em 2020, caiu para a 12ª. No pior momento, em 2003, ficou na 14ª posição. O maior PIB do mundo em 2022 pertence, mais uma vez, aos Estados Unidos, com US$ 25,0 trilhões – representando 24,2% do total mundial. A China…

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No consolidado de seus respectivos governos, apenas José Sarney e Itamar Franco conseguiram obter expansão real da economia brasileira, isto é, foram períodos em que o PIB brasileiro conseguiu superar a média mundial. Itamar Franco lidera o ranking, registrando em seus dois anos de governo um crescimento médio anual de 2,36% superior à média mundial.  O pior desempenho fica por conta de Fernando Collor, em cujo mandato registrou-se uma queda real média anual de 4,01% durante os seus três anos – quando comparada à média da economia mundial. Nos últimos dez anos caiu para a metade a participação do Brasil…

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Carlos Alberto Teixeira de Oliveira O PIB – Produto Interno Bruto global deverá superar US$ 100 trilhões pela primeira vez e alcançará o montante de US$ 103,5 trilhões e, desse total, o Brasil terá uma participação relativa de 1,83%. Os países desenvolvidos que, em 2000, respondiam por 79,0% da produção mundial – terão as suas participações reduzidas para 52,7% em 2022. Já os emergentes ou em desenvolvidos, categoria do o Brasil se inclui, saltarão de uma participação de 21,0% para 47,3% do total mundial neste ano. A tendência é de se continuar esta ampliação com a possibilidade de, mais alguns…

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O Fundo Monetário divulgou mais uma vez, no dia 11 de outubro último, o relatório intitulado “World Economic Outlook” contendo a revisão de estatísticas econômicas anteriores e as previsões para a economia mundial e os diversos países até o ano de 2027. De acordo com o estudo, “a atividade econômica mundial está passando por uma desaceleração ampla e mais acentuada do que o esperado, com uma inflação mais alta do que a observada em várias décadas. A crise do custo de vida, o aperto das condições financeiras na maioria das regiões, a invasão da Ucrânia pela Rússia e a persistente…

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Xico Graziano*  Dificilmente haverá retrocessos com a volta do petista, pois cadeias produtivas criaram dinâmicas menos dependentes do Estado Com a vitória de Lula, o que acontecerá ao agro? Minha resposta é rápida e simples: quase nada. Pouco mudará. Os bolsonaristas odeiam escutar isso. Mas é a pura verdade. A dinâmica recente do agronegócio brasileiro, que o tornou pujante, não dependeu apenas do governo atual. Essa exitosa história vem sendo construída há tempos. E tem vários protagonistas. Começou há cerca de meio século, quando o engenheiro agrônomo mineiro Alysson Paolinelli comandou o ministério da Agricultura, de 1974 a 1979, no…

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Eduardo Silva* Uma coisa já sabemos: o Brasil de 2023 será bem diferente do Brasil de 2022! Talvez o mais importante é analisar a força que o governo Lula poderá ter para avançar nas reformas e desenvolvimento do país. Diferentemente de outras eleições, este não é um governo do PT, mas sim de aliados: são ao todo 16 partidos (PT, PV, PCdoB, PSOL, Rede, PSB, Solidariedade, Pros, Avante, Agir, PDT, Cidadania, PCB, PSTU, PCO e Unidade Popular), assim os ministérios do novo governo devem ser formados por representantes de diversos partidos. Na Câmara dos Deputados, o presidente Lula possui 144…

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Carlos Alberto Teixeira de Oliveira Presidente – Editor Geral de MercadoComum O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu a totalização de todos os votos do segundo turno das Eleições Gerais 2022 às 00h18 da segunda-feira, dia 31 de outubro. Do total de 156.454.011 eleitores aptos a votar, 124.252.796 compareceram às urnas, número equivalente a 79,41%. Os votos válidos totalizaram 118.552.353. A abstenção alcançou 32.200.558, representando 20,59%. Os votos nulos foram 3.930.765, o que corresponde a 3,16% do total de votos. Já os votos em branco somaram 1.769.678 (1,43%). No total, foram apuradas 472.075 seções eleitorais, a última delas no Amazonas. Ainda…

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