Outra banda cult mineira, o Falcatrua, chega à sua melhor forma ao vivo no lançamento de “Pequenas Porções de Espaço”, produzido por… Chico Neves. Com participações de Pedro Morais, Érika Machado, Tom Zé e Júlia Branco, o disco pode ser considerado o mais bem resolvido da carreira de André Miglio e Cia.
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A presença do produtor Chico Neves em Belo Horizonte continua rendendo bons discos. A próxima empreitada é o terceiro disco do Graveola e o Lixo Polifônico, que completou dez anos de carreira bem-sucedida. Enquanto seu lobo não vem, lançam um EP de quatro músicos gravado num estúdio doméstico, na Inglaterra.
O incansável Affonsinho vem aí, de disco novo. Seu décimo álbum, Lá de Um Lugar”, inclui bossa nova em francês (Est Pour te Dire”), parceria com Paulinho Pedra Azul (“Um Novo Tom”) e dois temas pop com cara de rádio (“No carinho”, “Lá de Um Lugar”). Com disco nas lojas e nas rádios, ele começa as gravações de mais um disco, desta vez só com letras em inglês. E com uma boa notícia para quem admira o excelente instrumentista. Affonsinho garante que a guitarra será o instrumento principal de quem vinha privilegiando o violão nos trabalhos mais recentes.
O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) expõe até o dia 22 de junho as obras de “Kandinsky: tudo começa num ponto”, exposição já visitada por cerca de 600 mil pessoas em Brasília e no Rio. Na mostra, a trajetória do precursor do abstracionismo, Wassily Kandinsky, em 153 obras e objetos dele, seus contemporâneos e suas influências. Vale o clichê: imperdível.
O mais novo projeto musical da cidade é o Dois na Quinta, com uma série de 17 shows duplos, reunindo encontros inéditos, na Sala Juvenal Dias, com encontros que mostram a diversidade da cena mineira atual e promove diálogos inéditos. A abertura, com Paulinho Pedra Azul e Irene Bertachini, foi no dia 19 de abril. O projeto, parceria do BDMG Cultural e a Fundação Clóvis Salgado, continua no dia 7 de maio com o encontro das cantoras Marina Machado e Jennifer Souza e, no dia 21, Flávio Henrique e Pablo Castro. Em junho tem Affonsinho e Frederico Heliodoro, Sérgio Santos…
Olavo Romano [email protected] Para a festa dos noventa anos de doutor Fábio Chaves vieram convidados de todo canto. Pessoas que há muito não se viam aproveitavam para trocar informações, saciar curiosidades, admirar-se com a beleza dos jovens, falar da saúde uns dos outros, rememorar velhos tempos. Kátia arrumou nosso quarto com carinho, feliz por cedê-lo aos tios Teresinha e Nazareno, retribuindo um pouco das muitas gentilezas recebidas desde a infância. Da tia, exímia costureira, também famosa por seus quitutes e iguarias, lembra o caso do vestido, que não é o de Drummond, de quem tio Nazareno (Drummond Martins da…
Durante a 7ª Semana do Microempreendedor Individual (MEI), de 13 a 17 de abril, mais de duas mil pessoas participaram do evento gratuito oferecido pelo Sebrae, na capital mineira. Na tenda montada na Praça da Estação, no centro da cidade, foram realizados 1.128 atendimentos, 534 capacitações e 68 consultorias individuais especializadas na melhoria da gestão dos negócios. Além de Belo Horizonte, 21 cidades do interior do estado também promoveram ações de capacitação e formalização do MEI. Quem não conseguiu se formalizar ainda pode procurar os pontos de atendimentos do Sebrae para se cadastrar ou tirar dúvidas. Os interessados podem…
Há muito estamos vivenciando inversões de valores no Brasil. Esta semana foi mais uma daquelas que além de mais episódios da operação Lava-Jato também tivemos a divulgação dos resultados do Banco do Brasil que para nenhuma surpresa bateu os recordes dos outros bancos neste primeiro trimestre de 2015. Em 29 de abril o Bradesco apresentou o resultado de suas operações e registrou lucro líquido ajustado de R$ 4,27 bilhões, crescimento de 23,1% na comparação anual, depois em 5 de maio o Itaú Unibanco divulgou lucro líquido de R$ 5,73 bilhões, crescimento de 29,9% na comparação anual, que naquela época representava…
A mudança de rumo na área econômica ocorrida no segundo governo da presidente Dilma Rousseff – antes tarde do que nunca – tem condição de alcançar seus principais objetivos: ajuste fiscal, controle da inflação e a volta do crescimento econômico. O chamado “mercado” começou a assimilar essa correção de rumo e admitir a perspectiva de acerto à frente, possivelmente no segundo semestre deste ano. O difícil para o governo será administrar as turbulências na base aliada (PT e PMDB), Congresso Nacional e movimentos populares, muitos deles conduzidos por descontentes com os resultados das últimas eleições e com a corrupção generalizada…
Há uma busca de capital externo para tentar minorar a crise que se abate sobre o Brasil. Atitude necessária, pois nossa economia está quebrada após 12 anos de ações politicas visando a conquista do voto fácil e não do crescimento econômico sustentado e a justa divisão dos ganhos de uma economia em progresso. Nos primeiros quatro anos da administração do PT, houve uma inegável habilidade em se manter e tirar proveito de tudo que havia sido plantado pela administração anterior. Commodities em elevação, contas públicas equilibradas, sem artifícios, inflação sob controle, economia pronta para um sólido desenvolvimento, recursos externos abundantes…

