Uma nação se afirma através de sua arte e de sua cultura

Carlos Alberto Teixeira de OIiveira*

Presidente/Editor Geral de MercadoComum

Nesta oportunidade, agradeço aos anunciantes que nos brindam com as suas publicidades, e manifesto um agradecimento especial, aos nossos patrocinadores. Muito obrigado à Drogaria Araujo, Hermes Pardini, ao Supermercados BH e à Unimed-BH.

Agradecimentos especiais se destinam aos apoios institucionais recebidos para a realização deste evento: a ACMinas – Associação Comercial e Empresarial de Minas, a ASSEMG – Associação dos Economistas de Minas Gerais, o Fórum JK de Desenvolvimento Econômico, a MinasPart Desenvolvimento Empresarial e Econômico Ltda., e a Solutions Gestão de Seguros como   corretora de seguros oficial deste evento.

Somos gratos à Jumppi Inteligência e Pesquisa que realizou, mais uma vez, com enorme competência e qualidade, a pesquisa e o estudo que validam esta premiação. Obrigado ao Fernando Giberti e Matheus Lemos – diretores da Jumppi e a todos os seus diretores.

Ao longo de todas essas premiações venho destacando que a marca é um dos ativos mais valiosos de uma empresa e é sempre recomendável dela cuidar como um relevante patrimônio e um precioso ativo. Muitos desconhecem o seu real valor e até a possibilidade de ela vir a ser contabilizada e incluída nos balanços patrimoniais da própria empresa.

  A Apple acaba de ser tornar a primeira marca do mundo valendo US$ 1 trilhão, revela o recém-lançado relatório da Kantar BrandZ das Marcas Globais Mais Valiosas, divulgado no dia 12 de junho último. Esse relatório destaca que as 100 maiores marcas do mundo, juntas, detêm um valor de US$ 8,3 trilhões – equivalente a cerca de 4 vezes o PIB – Produto Interno Bruto brasileiro do ano passado.

As 5 marcas mais valiosas globalmente são: em primeiro lugar está a Apple, com US$ 1,01 trilhão, seguida por Google – US$ 753,4 bilhões; em terceiro lugar vem a Microsoft, que vale US$ 712,8 bilhões; na quarta posição encontra-se a Amazon, com US$ 576,6 bilhões e, em quinto lugar, a McDonald’s, com US$ 221,9 bilhões.  Somadas, estas cinco maiores marcas valem US$ 3,28 trilhões – o que significa uma vez e meia o PIB brasileiro.

A consultoria global de marcas Interbrand também acabou de anunciar o lançamento do estudo Marcas Brasileiras Mais Valiosas 23/24, com ranking que continua dominado por bancos e cervejas. Em primeiro lugar permanece o Itaú, com valor estimado em R$ 46,9 bilhões, seguido pelo Bradesco com R$ 27 bilhões, a Skol com R$ 18,9 bilhões, a Brahma com R$ 13,7 bilhões e o Banco do Brasil com R$ 10,4 bilhões. Somadas, as 25 marcas que formam o ranking ultrapassaram o valor de R$ 156 bilhões,

Vale mencionar que esses valores, mencionados anteriormente, se referem apenas ao valor da marca e, não necessariamente, ao valor patrimonial das empresas, ou ao seu valor de mercado nem junto às bolsas de valores.

Durante os 29 anos deste estudo foram realizadas 38.876 entrevistas em Minas Gerais, compreendendo 1.588 Segmentos pesquisados e, no total, foram premiadas 2.483 Marcas de diversas categorias. 

Considerada uma das publicações mais antigas do Estado, a revista MercadoComum estará completando, agora em agosto, o seu 31o ano de circulação levando, principalmente a Minas Gerais e a todo o país, as informações relevantes da nossa economia, das finanças e dos negócios em geral. 

Tenho certeza que este Prêmio Top of Mind – MercadoComum – Marcas de Sucesso de Minas Gerais chega agora à sua 29ª edição por ter assumido, durante todo este tempo, uma posição transparente, de muita credibilidade e seriedade. A metodologia aplicada para a realização desta premiação, assim como em todas as demais vezes anteriores, sempre foi se aprimorando e buscou incorporar novos padrões de qualidade e de modernidade com o passar dos anos.

Assim esta premiação, entendemos, é antes de tudo, uma expressão de credibilidade, é uma certificação de idoneidade na qual se baseia toda a pesquisa e as suas respectivas metodologias nela aplicadas. 

Este Prêmio Top of Mind já se tornou o mais antigo evento de seu gênero de nossa capital e de nosso estado, sendo considerado, tecnicamente, um  dos mais amplos e completos. Pode-se contar as iniciativas similares em nosso estado que conseguiram se manter por tanto tempo.

MercadoComum estará circulando neste mês de julho, com uma edição impressa e outra eletrônica especial, contendo o descritivo da pesquisa e sua metodologia, além de matérias jornalísticas específicas sobre as empresas vencedoras, destacando-se a importância e o relevante papel exercido por esta iniciativa, que é também o de procurar ampliar a divulgação da imagem econômica e social de Minas, aumentando as chances de atração de novas empresas para o Estado e de amplificar os negócios daquelas aqui situadas.

Os governos que realizam, as pessoas que promovem, apoiam, incentivam, estimulam e patrocinam as mais diferentes manifestações de cultura, se perpetuam.

Gostaria de fazer, nesta oportunidade, uma consideração.  

Foi com um sentimento de enorme indignação e pesar que recebi a triste notícia da decisão do governo de Minas em extinguir o BDMG Cultural, instituição que nunca dependeu de um centavo de recursos públicos. E, nesse sentido, faço um pedido e um apelo ao governador Romeu Zema, que admito conhecer e admirar o nosso grande personagem e estadista, o presidente Juscelino Kubitschek que afirmou: “Não tenho compromisso com o erro. Se errei, devo voltar atrás”

Entendo que a extinção do BDMG Cultural trará, como uma das suas mais graves repercussões, a extinção também do Coral BDMG, que aqui acaba de nos oferecer esta brilhante apresentação e é considerado um dos melhores de seu gênero de todo o país. 

E é, exatamente com esse sentido que reitero, encarecidamente, ao senhor governador que reveja a sua posição em relação à decisão de extinção do BDMG Cultural, criado por nós, há 35 anos quando, naquela oportunidade, eu presidia o BDMG – Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais – instituição essa que contribuiu expressivamente, para a valorização da cultura de Minas e que continua sendo um valoroso exemplo a ser perseguido por outros estados e pelo Brasil. 

Quando instituímos o BDMG Cultural tive a oportunidade de assinalar que considero como sua grande tarefa resgatar o processo de desenvolvimento de Minas Gerais, valorizando o passado e tendo como referência o que já foi feito como inspiração para o futuro. Temos de conceber numa perspectiva cultural, pensando em Minas Gerais como um todo, pois cultura é desenvolvimento!”, afirmei. 

Quem ganha com esta decisão de extinguir o BDMG Cultural, eu pergunto? Quais as justificativas para a sua extinção? Não as encontramos até agora. Basta dizer que o BDMG Cultural e as suas bem-sucedidas realizações, como a restauração do importante conjunto do Colégio do Caraça além de outras, inspiraram em todo o país a criação de outras importantes instituições similares, como o Itaú Cultural, o Centro Cultural Banco do Brasil, Programa Cultural da Petrobras – entre tantas outras.  Vale mencionar que o BDMG Cultural não dispõe ou usa verbas nem recursos orçamentários públicos para o exercício de suas atividades.

Antes de terminar, considero relevante aqui relembrar parte do discurso do governador de Minas Juscelino Kubitschek, proferida em 12 de julho de 1952, ao inaugurar a Exposição Internacional de Arte Moderna em Belo Horizonte:

“Uma nação se afirma através de sua arte e de sua cultura. Impõe-se pelo desenvolvimento industrial, pelas conquistas da técnica, pelo progresso das instituições. 

Mas somente a arte retrata a sua alma e lhe configura a fisionomia moral. Só é realmente grande o povo que alcança a graça de dispor de notáveis intérpretes de sua inteligência e de sua sensibilidade, e é em seus artistas e homens de pensamento que se prolonga a ressonância da civilização que constrói. 

Assim sucedeu às civilizações antigas, imortais porque vivas nos seus filósofos e poetas, nos seus pensadores e estetas. Assim sucederá sempre, porque se tudo é efêmero, permanece e sobrevive o sonho do homem, resistindo a todo aniquilamento.

A arte é, por conseguinte, uma bandeira de fé e certeza nos destinos supremos do ser humano. 

É ela que contém a palpitação de suas esperanças mais fundadas e de aspirações mais eloquentes. 

É ela que o induz à meditação e à contemplação e lhe infunde a ação um sentido mais alto e menos contingente, orientando-o para aqueles horizontes amplos e para aquele infinito em que o espírito se sente dominado pela emoção do intraduzível, do inarticulado, do que apenas através dos símbolos ganha forma, esplende e se oferece sem permitir que se esgote nunca a sua riqueza comunicativa.”

A economia criativa mobiliza e movimenta bilhões de reais e gera muitíssimos empregos, sendo decisivo fator de inclusão social. A Cultura não é despesa, não é gasto, não é supérfluo, não é luxo, não é privilégio. Cultura é investimento estratégico no presente e no futuro. Os frutos colhidos pelo BDMG Cultural em seus trinta e cinco anos de atuação comprovam que a aposta em sua existência valeu a pena e deve ser preservada, continuada e, principalmente, incentivada em benefício da cultura mineira e brasileira.

É preciso ser dito, mais uma vez, que a cultura não tem dono. Podemos até ter diferentes formas de ver, interpretar e analisar cultura, mas nosso olhar para ela não pode ter ideologia, muito menos partidarismo político. Ao longo de todos esses anos de êxito, foram inúmeros os artistas, escritores e atividades beneficiadas com as iniciativas do BDMG Cultural. Vários talentos floresceram e prosperaram graças às oportunidades por ele oferecidas, levando o nome de Minas mundo afora.

Considero que a decisão tomada de extinguir o BDMG Cultural um grande erro que precisa ser revista e revertida pelo Governo de Minas Gerais, com a responsabilidade histórica que se oferece aos homens públicos de horizontes abertos.

Gostaria de destacar que o público leitor de MercadoComum é formado, substancialmente, por formadores de opinião. As suas edições são encaminhadas, mensalmente e sob a forma de PDF, a cerca de 120 mil pessoas, através de emails, Whatsapp, Instagram, Linkedin e Telegram.  De acordo com o Google Analytics Search, durante estes últimos doze meses MercadoComum teve cerca de 30 milhões de visualizações e isso pode ser perfeitamente comprovado.

Quero, por fim, cumprimentar e parabenizar todos os agraciados deste 29º Prêmio Top of Mind – Marcas de Sucesso de Minas Gerais.

Proponho que, neste momento, façamos um brinde a todos os dirigentes de empresas das marcas agraciadas deste 29º Prêmio Top of Mind – Marcas de Sucesso de Minas Gerais e espero revê-los no próximo ano para a realização do nosso 30º evento.

Recebam o nosso fraterno e muito especial abraço.

* – Discurso proferido por ocasião da solenidade do 29º Top of Mind – Marcas de Sucesso – Minas Gerais 2024, realizada no dia 18 de junho, nos salões do Automóvel Clube de Minas – em Belo Horizonte – MG.

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Solenidade de premiação do 29º Top of Mind – Marcas de Sucesso de Minas Gerais será no dia 18 de junho, no Automóvel Clube de Belo Horizonte-MG

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