Autor: Vanessa Fernandes Pereira*

Os recentes casos de uso inadequado de recursos corporativos, como a demissão do Chief Marketing Officer do Itaú por despesas pessoais no cartão corporativo e a dispensa de um funcionário da Meta por uso indevido de benefícios de alimentação, destacam um problema crítico: o desvio de finalidade nos benefícios corporativos. Isso ocorre quando recursos fornecidos pela empresa, como vale-refeição, vale-alimentação e cartões corporativos, são utilizados para finalidades não autorizadas.

Alguns exemplos incluem compras fora das categorias permitidas ou até a comercialização desses benefícios. Além de violar políticas internas, essas práticas acarretam sérias consequências, como demissões por justa causa, prejuízos financeiros, desigualdades entre colaboradores e danos à reputação da empresa. Há ainda os danos causados ao ambiente corporativo e a confiança entre empregador e empregado, e diversas implicações legais severas. Na esfera trabalhista, essas práticas podem configurar fraude, sujeitando-se a penalidades previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

No âmbito corporativo, tais atos podem infringir a Lei Anticorrupção, expondo as empresas a multas milionárias e danos reputacionais. Organizações que não controlam adequadamente o uso desses benefícios enfrentam também sanções administrativas e impactos negativos na produtividade e no clima organizacional.

Empresas de benefícios corporativos desempenham um papel importante na proteção desses recursos. Por meio de sistemas modernos e personalizados, é possível limitar o uso de cartões às categorias e estabelecimentos previamente autorizados, garantindo o cumprimento das políticas internas e promovendo o uso adequado e ético dos benefícios.

Essas tecnologias ajudam a prevenir desvios de finalidade, aumentar a eficiência no uso dos recursos e fortalecer as práticas éticas nas organizações. Ao implementar soluções robustas, as empresas podem alinhar compliance e produtividade, reduzindo riscos operacionais.

Promover o uso ético dos benefícios corporativos também passa por ouvir os colaboradores. Um estudo da consultoria Robert Half revelou que 77% dos trabalhadores desejam mudanças, como maior flexibilidade de horários, bônus e previdência privada, enquanto 80% valorizam a possibilidade de escolher os benefícios que melhor atendam às suas necessidades. Apesar dessa demanda, apenas 15% das empresas oferecem personalização nos benefícios. Essa lacuna representa uma oportunidade para organizações que desejam aumentar o engajamento e reduzir o uso inadequado de recursos, ajustando os benefícios às preferências dos seus times.

Mais do que implementar ferramentas de controle, é fundamental criar um ecossistema corporativo que valorize a ética e o bem-estar dos colaboradores. Empresas de benefícios corporativos, além de oferecer soluções assertivas, têm o compromisso de promover boas práticas, construir ambientes corporativos sustentáveis e fortalecer a relação de confiança entre empregador e empregado.

O controle adequado dos benefícios corporativos vai além de uma questão de compliance: é uma oportunidade de reforçar a reputação, otimizar recursos e manter a competitividade no mercado. Casos como os do Itaú e da Meta devem servir de alerta para empresas que desejam crescer de forma sustentável e confiável. Investir em soluções preventivas, como os sistemas e serviços oferecidos por parceiros estratégicos, é essencial para construir um ambiente corporativo mais produtivo, ético e sustentável.

*Head de Jurídico, Riscos e Compliance da Up Brasil, empresa que oferece soluções focadas no bem-estar dos trabalhadores

MERCADOCOMUM estará circulando, em dezembro, com uma edição especial impressa e outra eletrônica trazendo matérias sobre os premiados, as empresas/instituições e personalidades – destacando a relevância desta iniciativa para a economia e o desenvolvimento de Minas Gerais. Cabe, ainda ressaltar, a importância da realização desse evento, que reúne expressiva parcela formadora do PIB mineiro e obtém ampla repercussão na mídia em geral. Nesta edição especial constará o descritivo do XXVIII Ranking de Empresas Mineiras, listando-se as Maiores Empresas de Minas – em ordem alfabética, por setor econômico, receita operacional líquida, resultado, patrimônio líquido e ativos totais, entre outros.

MercadoComum, ora em seu 31º ano de circulação e em sua 336ª edição é enviado, mensalmente, a um público constituído por 121 mil pessoas formadoras de opinião em todo o país diretamente, via email e Linkedin, Whatsapp,Telegram, além de estar disponibilizado, para acesso, o seu site www.mercadocomum.com, juntamente com as suas edições anteriores. 

De acordo com estatísticas do Google Analytics Search a publicação MercadoComum obteve – de 03 de outubro de 2023 a 03 de novembro de 2024 – 38 milhões de visualizações no acumulado do período.

 

De acordo com estatísticas do Google Analytics Search a publicação MercadoComum obteve - de 03 de outubro de 2023 a 03 de novembro de 2024 – 38 milhões de visualizações no acumulado do período
De acordo com estatísticas do Google Analytics Search a publicação MercadoComum obteve – de 03 de outubro de 2023 a 03 de novembro de 2024 – 38 milhões de visualizações no acumulado do período

 

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