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title: &quot;Taxa de Desemprego no Brasil foi de 7,8% no trimestre até fevereiro de 2024. Taxa de Informalidade atinge 38,7%&quot;
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author: Carlos Alberto Teixeira de Oliveira
date: 2024-03-30T13:16:01-03:00
categories: [Economia Finanças e Negócios]
tags: [7%, 8% no trimestre até fevereiro de 2024. Taxa de Informalidade atinge 38, Taxa de Desemprego no Brasil foi de 7]
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# Taxa de Desemprego no Brasil foi de 7,8% no trimestre até fevereiro de 2024. Taxa de Informalidade atinge 38,7%

*Fonte:* *Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Fonte IBGE*

 A *taxa de desocupação* (7,8%) subiu 0,3 ponto percentual no trimestre encerrado em fevereiro de 2024 frente ao trimestre encerrado em novembro de 2023 e recuou 0,7 ponto percentual (p.p.) ante o trimestre encerrado em fevereiro de 2023 (8,6%).

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 A *população desocupada* (8,5 milhões) cresceu 4,1% (mais 332 mil pessoas) no trimestre e recuou 7,5% (menos 689 mil pessoas) no ano.

 A *população ocupada* (100,250 milhões) não teve variação significativa no trimestre e cresceu 2,2% (mais 2,1 milhões de pessoas) no ano. O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi a 57,1%, recuando 0,3 p.p. frente ao trimestre móvel anterior (57,4%) e subindo 0,7 p.p. na comparação anual (56,4%).

 A *taxa composta de subutilização* (17,8%) cresceu 0,5 p.p no trimestre a recuou 1 p.p. na comparação anual. A *população subutilizada* (20,6 milhões de pessoas) cresceu 3,4% (ou mais 675 mil pessoas) no trimestre e recuou 4,5% (ou menos 963 mil pessoas) no ano.

 A *população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas* (5,1 milhões) recuou 6,9% na comparação trimestral e não teve variação significativa no ano.

 A *população fora da força de trabalho* cresceu 0,4% na comparação trimestral e não teve variação significativa no ano.

 A *população desalentada* (3,7 milhões) cresceu 8,7% (mais 293 mil pessoas) ante o trimestre móvel anterior e recuou 7,5% (menos 299 mil pessoas) no ano. O *percentual de desalentados* na força de trabalho ou desalentada (3,3%) subiu 0,3 p.p no trimestre e recuou 0,3 p.p. no ano.

 O número de* empregados com carteira de trabalho* no setor privado (exceto trabalhadores domésticos) chegou a 37,995 milhões, novo recorde da série da PNAD Contínua, embora não tenha variado significativamente no trimestre. No ano, esse contingente cresceu 3,2% (mais 1,2 milhão). Já o número de *empregados sem carteira* no setor privado (13,3 milhões) não teve variação significativa no trimestre e cresceu 2,6% (mais 331 mil pessoas) no ano.

 O *número de trabalhadores por conta própria* (25,4 milhões de pessoas) ficou estável em ambas as comparações, assim como o número de *trabalhadores domésticos* (5,9 milhões de pessoas) e o de empregadores (4,2 milhões de pessoas). O número de empregados no *setor público* (12,0 milhões) ficou estável no trimestre e cresceu 2,4% (mais 279 mil pessoas) no ano.

 A *taxa de informalidade* foi de 38,7 % da população ocupada (ou 38,8 milhões de trabalhadores informais) contra 39,2 % no trimestre móvel anterior e 38,9 % no mesmo trimestre móvel de 2023.

 O *rendimento real habitual* de todos os trabalhos (R$ 3.110) cresceu 1,1% no trimestre e 4,3% no ano.

 A *massa de rendimento real habitual* (R$ 307,3 bilhões) atingiu novo recorde da série histórica iniciada em 2012, embora não tenha variado significativamente no trimestre. Esse indicador cresceu 6,7% (mais R$ 19,3 bilhões) na comparação anual. Fonte: Ricardo Bergamini

 

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 No trimestre móvel de novembro a janeiro de 2024, a *força de trabalho* (pessoas ocupadas e desocupadas) foi estimada em 108,8 milhões de pessoas, não mostrando variação significa frente ao trimestre encerrado em novembro de 2023 e crescendo 1,3% (mas 1,4 milhão de pessoas) no ano.

 A *população ocupada por grupamentos de atividades*, frente ao trimestre móvel anterior, teve aumento apenas em Transporte, armazenagem e correio (5,1%, ou mais 285 mil pessoas). Houve reduções em: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3,7%, ou menos 308 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,2%, ou menos 395 mil pessoas). Os oito demais grupamentos não tiveram variações significativas nesta comparação.

 Frente ao mesmo trimestre móvel de 2023, a ocupação cresceu em: Indústria Geral (3,1%, ou mais 393 mil pessoas), Transporte, armazenagem e correio (7,7%, ou mais 415 mil pessoas), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (6,5%, ou mais 775 mil pessoas) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,8%, ou mais 479 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (5,6%, ou menos 472 mil pessoas). Os cinco grupamentos restantes não tiveram variações significativas nesta comparação.

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 Quanto ao *rendimento médio real habitual *(R$ 3.110), frente ao trimestre móvel anterior, houve aumento do rendimento médio nos seguintes *grupamentos de atividade*: Alojamento e alimentação (4,4%, ou mais R$ 88) Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,3%, ou mais R$ 96) e Serviços domésticos (2,8%, ou mais R$ 32). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

 Frente ao mesmo trimestre móvel de 2023, houve aumentos do rendimento em: Indústria (7,3%, ou mais R$ 209) Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,9%, ou mais R$ 96) Transporte, armazenagem e correio (4,9%, ou mais R$ 137) Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,9%, ou mais R$ 166) e Serviços domésticos (2,4%, ou mais R$ 28). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

 Entre as *posições na ocupação*, em relação ao trimestre anterior, as seguintes categorias apresentaram aumento: Trabalhador doméstico (2,8%, ou mais R$ 32) e Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (4,3%, ou mais R$ 197). As demais categorias não apresentaram variação significativa.

 A comparação com o mesmo trimestre móvel de 2023 indicou aumento nas categorias: Empregado com carteira de trabalho assinada (2,2%, ou mais R$ 62), Empregado sem carteira de trabalho assinada (8,9%, ou mais R$ 178), Trabalhador doméstico (2,4%, ou mais R$ 28), Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (5,2%, ou mais R$ 238) e Conta-própria (4,5%, ou mais R$ 107). *(Fonte: Ricardo Bergamini e IBGE)*

 

 Quanto ao *rendimento médio real habitual *(R$ 3.110), frente ao trimestre móvel anterior, houve aumento do rendimento médio nos seguintes *grupamentos de atividade*: Alojamento e alimentação (4,4%, ou mais R$ 88) Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,3%, ou mais R$ 96) e Serviços domésticos (2,8%, ou mais R$ 32). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

 

 Frente ao mesmo trimestre móvel de 2023, houve aumentos do rendimento em: Indústria (7,3%, ou mais R$ 209) Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,9%, ou mais R$ 96) Transporte, armazenagem e correio (4,9%, ou mais R$ 137) Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,9%, ou mais R$ 166) e Serviços domésticos (2,4%, ou mais R$ 28). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

 

 Entre as *posições na ocupação*, em relação ao trimestre anterior, as seguintes categorias apresentaram aumento: Trabalhador doméstico (2,8%, ou mais R$ 32) e Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (4,3%, ou mais R$ 197). As demais categorias não apresentaram variação significativa.

 A comparação com o mesmo trimestre móvel de 2023 indicou aumento nas categorias: Empregado com carteira de trabalho assinada (2,2%, ou mais R$ 62), Empregado sem carteira de trabalho assinada (8,9%, ou mais R$ 178), Trabalhador doméstico (2,4%, ou mais R$ 28), Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (5,2%, ou mais R$ 238) e Conta-própria (4,5%, ou mais R$ 107). *(Fonte: Ricardo Bergamini e IBGE)*