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title: &quot;PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 8,7% e taxa de subutilização é de 20,1% no trimestre encerrado em setembro&quot;
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author: Carlos Alberto Teixeira de Oliveira
date: 2022-10-30T19:42:42-03:00
categories: [Economia Finanças e Negócios]
tags: [1% no trimestre encerrado em setembro, 7% e taxa de subutilização é de 20, PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 8]
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# PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 8,7% e taxa de subutilização é de 20,1% no trimestre encerrado em setembro

[![PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 8,7% e taxa de subutilização é de 20,1% no trimestre encerrado em setembro](https://www.mercadocomum.com/wp-content/uploads/2022/10/PNAD-Conti?nua-taxa-de-desocupac?ao-e-de-87-e-taxa-de-subutilizac?ao-e-de-201-no-trimestre-encerrado-em-setembro-300x169.png)](https://www.mercadocomum.com/)PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 8,7% e taxa de subutilização é de 20,1% no trimestre encerrado em setembro A **taxa de desocupação** (8,7%) do trimestre móvel de julho a setembro de 2022 recuou 0,6 ponto percentual (p.p.) ante o trimestre de abril a junho de 2022 (9,3%) e 3,9 p.p. frente ao mesmo período de 2021 (12,6%). A **população desocupada** (9,5 milhões de pessoas) caiu ao menor nível desde o trimestre terminado em dezembro de 2015, recuando 6,2% (menos 621 mil pessoas) no trimestre e 29,7% (menos 4,0 milhões) no ano.

 

 

| Indicador/Período | Jul-Ago-Set 2022 | Abr-Mai-Jun 2022 | Jul-Ago-Set 2021 |
| --- | --- | --- | --- |
| Taxa de desocupação | 8,7% | 9,3% | 12,6% |
| Taxa de subutilização | 20,1% | 21,2% | 26,5% |
| Rendimento real habitual | R$$ 2.737 | R$ 2.640 | R$ 2.670 |
| Variação do rendimento habitual em relação a: | 3,7% | 2,5% |  |

 

 A **população ocupada** (99,3 milhões) foi recorde da série iniciada em 2012, com alta de 1,0% (mais 1,0 milhão) ante o trimestre anterior e de 6,8% (mais 6,3 milhões) no ano.

 O **nível da ocupação** (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi de 57,2%, subindo 0,4 p.p. no trimestre e 3,1 p.p. no ano. Foi o nível mais alto desde o trimestre terminado em outubro de 2015.

 A **taxa composta de subutilização** (20,1%) foi a menor desde o trimestre terminado em março de 2016, caindo 1,1 p.p. no trimestre e 6,4 p.p. no ano. A **população subutilizada** (23,4 milhões de pessoas) caiu 5,3% (menos 1,3 milhão) no trimestre e 23,8% (menos 7,3 milhões) no ano.

 A** população subocupada por insuficiência de horas trabalhadas** (6,2 milhões) caiu 5,7% (menos 375 mil pessoas) no trimestre e 20,3% (menos 1,6 milhão de pessoas) no ano. Foi o menor contingente desde o trimestre terminado em junho de 2017.

 A **população fora da força de trabalho** (64,7 milhões de pessoas) permaneceu estável ante o trimestre anterior e recuou 1,1% (menos 727 mil pessoas) no ano.

 A **população desalentada** (4,3 milhões de pessoas) manteve estabilidade ante o trimestre anterior e caiu 17,2% (menos 887 mil de pessoas) na comparação anual.

 O **percentual de desalentados** na força de trabalho ou desalentada (3,8%) ficou estável frente ao trimestre anterior e caiu 0,8 p.p. frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

 O número de **empregados com carteira de trabalho** assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 36,3 milhões, subindo 1,3% (482 mil pessoas) frente ao trimestre anterior e 8,2% (mais 2,8 milhões de pessoas) na comparação anual.

 O número de** empregados sem carteira** assinada no setor privado (13,2 milhões de pessoas) foi o maior da série histórica, iniciada em 2012, apresentando estabilidade no trimestre e elevação de 13,0% (1,5 milhão de pessoas) no ano.

 O número de **trabalhadores por conta própria** foi de 25,7 milhões de pessoas. Tanto na comparação com trimestre anterior quanto na comparação anual houve estabilidade.

 O número de **trabalhadores domésticos** (5,9 milhões) permaneceu estável ante o trimestre anterior e subiu 9,9% (mais 532 mil pessoas) no ano. O número de empregadores (4,4 milhões) ficou estável no trimestre e subiu 14,5% (550 mil pessoas) no ano.

 O número de **empregados no setor público** foi recorde da série histórica (12,2 milhões) crescendo 2,5% (291 mil pessoas) no trimestre e 8,9% (989 mil pessoas) no ano. Outro recorde foi o número de **empregados no setor público sem carteira assinada** (3,1 milhões) que cresceu 11,6% (317 mil pessoas) no trimestre e 35,4% (799 mil pessoas) no ano.

 A **taxa de informalidade** foi 39,4% da população ocupada, contra 40,0% no trimestre anterior e 40,6% no mesmo trimestre de 2021. O número de trabalhadores informais chegou a 39,1 milhões.

 O **rendimento real habitual** (R$ 2.737) cresceu 3,7% em relação ao trimestre anterior e 2,5% na comparação anual. A **massa de rendimento real habitual** (R$ 266,7 bilhões) cresceu 4,8% frente ao trimestre anterior e 9,9% na comparação anual.

 **Taxa de desocupação – Brasil – 2012/2022**

 [![Taxa de desocupação - Brasil - 2012/2022](https://www.mercadocomum.com/wp-content/uploads/2022/10/Taxa-de-desocupac?ao-Brasil-2012-2022-300x150.png)](https://www.mercadocomum.com/)Taxa de desocupação – Brasil – 2012/2022 No trimestre móvel de julho a setembro de 2022, a **força de trabalho** (pessoas ocupadas e desocupadas), foi estimada em 108,7 milhões de pessoas, com alta de 0,4% (380 mil pessoas) frente ao trimestre de abril a junho de 2022 e de 2,2% (2,3 milhões de pessoas) ante o mesmo trimestre de 2021. Foi o maior contingente na força de trabalho da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.

 Frente ao trimestre móvel anterior, houve aumento nos seguintes **grupamentos de atividades:** Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,8%, ou mais 315 mil pessoas) e Outros serviços (6,8%, ou mais 348 mil pessoas). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

 Ante o trimestre encerrado em setembro de 2021, houve alta em: Indústria Geral (4,0%, ou mais 488 mil pessoas), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (7,8%, ou mais 1,4 milhão de pessoas), Transporte, armazenagem e correio (9,2%, ou mais 439 mil pessoas), Alojamento e alimentação (8,5%, ou mais 418 mil pessoas), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (6,8%, ou mais 756 mil pessoas), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (8,6%, ou mais 1,4 milhão de pessoas), Outros serviços (24,3%, ou mais 1,1 milhão de pessoas) e Serviços domésticos (9,6%, ou mais 520 mil pessoas). Houve redução no grupamento de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3,6%, ou menos 325 mil pessoas).

 **Taxa composta de subutilização – Trimestres de junho a agosto– Brasil – 2012 a 2022 (%)**

 [![Taxa de desocupac?ao - Brasil - 2012 2022 b](https://www.mercadocomum.com/wp-content/uploads/2022/10/Taxa-de-desocupac?ao-Brasil-2012-2022-b-300x143.png)](https://www.mercadocomum.com/)

 Quanto ao** rendimento médio real habitual** (R$ 2.737), frente ao trimestre móvel anterior, houve aumento em Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (10,7%, ou mais R$ 179), Indústria (3,4%, ou mais R$ 87), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (4,4%, ou mais R$ 96), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (3,8%, ou mais R$ 144) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,5%, ou mais R$ 91). Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

 Já frente ao mesmo tri de 2021, houve crescimento em Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (13,2%, ou mais R$ 216), Construção (5,7%, ou mais R$ 114), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (8,3%, ou mais R$ 174), Outros serviços (8,9%, ou mais R$ 175) e Serviços domésticos (4,6%, ou mais R$ 46). Houve redução no grupamento de Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,4%, ou menos R$ 134).

 As **posições na ocupação** que tiveram alta no rendimento, no trimestre, foram: Empregado com carteira de trabalho assinada (2,8%, ou mais R$ 71), Empregado no setor público (inclusive servidor estatutário e militar) (2,3%, ou mais R$ 92) e Empregador (10,0%, ou mais R$ 613). As demais categorias não apresentaram variação significativa.* *

 A comparação com o trimestre de julho a setembro de 2021 indicou aumento nas categorias: Trabalhador doméstico (4,6%, ou mais R$ 46) e Conta própria (5,0%, ou mais R$ 103).

 

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