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title: &quot;O que explica a popularização das criptomoedas em todo o mundo?&quot;
url: https://mercadocomum.com/o-que-explica-a-popularizacao-das-criptomoedas-em-todo-o-mundo/
author: Carlos Alberto Teixeira de Oliveira
date: 2021-07-31T00:40:25-03:00
categories: [Destaques da Edição]
tags: [Cássio Rosas, Como minerar Bitcoin?, criptomoedas, O que explica a popularização das criptomoedas em todo o mundo?, seo muniz]
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# O que explica a popularização das criptomoedas em todo o mundo?

[![O que explica a popularização das criptomoedas em todo o mundo?](https://www.mercadocomum.com/wp-content/uploads/2021/07/O-que-explica-a-popularizac?ao-das-criptomoedas-em-todo-o-mundo-300x185.png)](https://www.searchengineoptimization.com.br/como-minerar-bitcoin/)O que explica a popularização das criptomoedas em todo o mundo? *Cássio Rosas* *

 Ao longo dos primeiros meses de 2021, a [*dogecoin*](https://www.searchengineoptimization.com.br/como-minerar-bitcoin/), uma [criptomoeda](https://www.searchengineoptimization.com.br/como-minerar-bitcoin/) que nasceu como brincadeira a partir do *meme* de um cachorro da raça *shiba inu*, obteve valorização de 14.000% apenas neste ano. O objetivo aqui não é discutir se esse ativo é viável, ou não, para investimento, mas exemplificar como as moedas digitais realmente estão no topo das tendências do mercado financeiro em 2021. Elas passaram a ser vistas como uma opção interessante para empresas, consumidores e investidores graças, sobretudo, ao volume cada vez maior que movimentam e a adoção delas em projetos na “economia do mundo real” – isto é, sendo utilizadas pelas pessoas em seu dia a dia.

 Esqueça as polêmicas que cercavam as criptomoedas há alguns anos. Hoje, o nicho começa a ganhar corpo, passando a ser reconhecido mais como uma solução ao mercado financeiro do que como algo que vai quebrar a economia. Quer exemplos? Uma pesquisa realizada pela *Digital New York* (NYDIG) mostra que 46 milhões de norte-americanos possuem [*bitcoin*](https://www.searchengineoptimization.com.br/como-minerar-bitcoin/) como investimento – isso representa 17% da população adulta dos Estados Unidos. Já um estudo global feito pela Mastercard indica que quatro em cada dez consumidores desejam utilizar criptomoedas em suas compras a partir de 2022 – o indicador é ainda maior se levar em consideração apenas os [*millennials*](https://www.searchengineoptimization.com.br/como-minerar-bitcoin/) (nascidos entre as décadas de 80 e 90).

 Mas por que as moedas digitais passaram de problema a solução em um pequeno espaço de tempo? Muitos se lembram do burburinho no mercado de pagamentos quando o *bitcoin* foi lançado, em 2008. A descentralização e até mesmo o fato de cibercriminosos solicitarem pagamentos em *bitcoins* para devolverem dados roubados faziam com que investidores enxergassem esse mercado com desconfiança. Mas o receio deu lugar a confiança graças à maior compreensão em torno do [*blockchain*](https://www.searchengineoptimization.com.br/como-minerar-bitcoin/), tecnologia que dá sustentação aos principais criptoativos do mundo. Elas são seguras, ágeis e transparentes – principais qualidades que uma transação financeira precisa ter. [Como minerar Bitcoin?](https://www.searchengineoptimization.com.br/como-minerar-bitcoin/)

 Além da imagem mais positiva, outros dois fatores explicam a maior adesão das empresas e consumidores a esse universo. O primeiro deles, evidentemente, é a valorização intensa dos principais ativos digitais nos últimos anos. Em 2009, por exemplo, o *bitcoin* valia US$ 0,34. Em 2020, chegou a superar US$ 29 mil – e já está na casa dos US$ 50 mil em 2021. É muito dinheiro para ser ignorado por investidores e empresas.

 Como consequência, surge o terceiro ponto que explica a popularização das criptomoedas: a criação de projetos diretos e indiretos que envolvem moedas digitais* *e *tokens* em seus processos. Além de atuarem perfeitamente como dinheiro em relações de compra e venda, esses ativos podem incorporar outras funcionalidades, como facilitar o engajamento das marcas com seu público em campanhas de marketing.

 Com a mudança de *status*, observa-se um movimento de democratização e maior acesso às moedas digitais – afinal, como todo dinheiro, elas precisam circular. Há cada vez mais espaço em diferentes setores: do varejo aos grandes investimentos, as moedas digitais estão presentes, sejam com as criptomoedas (como o *bitcoin*) ou os *tokens* (de segurança ou de utilidade). Dessa forma, seu uso passa a acontecer de forma natural e transparente. As pessoas não irão utilizar essas opções porque são moda, mas porque são seguras – o que consequentemente amplia ainda mais a sua participação e aceitação.

 Se o futuro é cada vez mais digital, como a pandemia de covid-19 está mostrando a todos, por que o dinheiro não seguiria o mesmo caminho? As criptomoedas surgiram para resolver alguns dos principais problemas relacionados às transações financeiras digitais, como a segurança das informações e a transparência das movimentações. Com tantas vantagens, era natural que o conceito caísse, pouco a pouco, no gosto de empresas, consumidores e investidores. O próximo passo é incluir essas moedas digitais no dia a dia das pessoas. Não vai demorar para comprar aquele cafezinho na padaria com seus *t[okens](https://www.searchengineoptimization.com.br/como-minerar-bitcoin/)* ou [*criptos*](https://www.searchengineoptimization.com.br/como-minerar-bitcoin/).

 **Diretor de contas Enterprise e Estratégia da Wiboo, plataforma com *utility token* que promove um programa de fidelização entre varejistas e consumidores por meio de moedas digitais – e-mail: wiboo@nbpress.com*

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