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title: &quot;Do selvagem ao social: como adotar um novo capitalismo que pode mudar o Brasil?&quot;
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author: MercadoComum
date: 2020-12-07T13:00:50-03:00
categories: [Lançamentos]
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# Do selvagem ao social: como adotar um novo capitalismo que pode mudar o Brasil?

*Livro prefaciado pelo ator e ambientalista Mateus Solano e escrito pelo professor especializado em gestão de organizações sociais Maron Abi-Abib mescla sociologia, política e economia para propor uma reflexão sobre o atual “capitalismo selvagem”*

 No livro ***Capitalismo Social: O que é? Como adotar? Por que ele pode mudar o Brasil?***, o professor **Maron Emile Abi-Abib** direciona o leitor para uma viagem ao século XIX, época em que aconteceu a primeira implantação de um Estado de bem-estar social na Alemanha como alternativa ao liberalismo econômico e ao socialismo. Porém, como relembra o escritor na obra publicada pela **Editora Albatroz**, esse modelo não durou muito tempo, já que na segunda metade do século XX o neoliberalismo tornou-se hegemônico no mundo e as políticas de bem-estar social perderam força.

 Maron revela, em capítulos reflexivos e contextualizados nesse “capitalismo selvagem”, o que é preciso fazer para desobstruir tudo que atrasa o combate às desigualdades extremas, além de argumentar que outro tipo de capitalismo é possível. Com uma abrangente e rica pesquisa bibliográfica que cita diversos economistas, artistas, pensadores, líderes políticos e religiosos, o autor analisa diversos acordos e tratados internacionais firmados no âmbito da ONU, como a Declaração do Milênio, de forma a mostrar que é possível reduzir a desigualdade, preservar o meio ambiente e ter paz social.

 O professor especializado em gestão de organizações sociais sugere diversos caminhos para um capitalismo democrático e propõe a erradicação do falso capitalismo, aquele que não tem compromisso com um mercado sustentável convergente por um consumo regrado.

 *“Enfim, as mazelas sociais, econômicas e políticas em solo brasileiro são reflexos, em grande medida, de uma parte desfigurada do capitalismo que aqui se pratica. É aquele capitalismo de compadrio, que se afastou do preconizado pela escola clássica, que utiliza vários estratagemas para garantir seus negócios livres de riscos e que para isso não tem o menor pudor em utilizar meios ilícitos, os quais passam pela manipulação do Estado. Os dolos perpetrados por parcela do capitalismo nacional impedem que o mercado evolua e se torne mais competitivo.”**  
 (Capitalismo Social, pág.35)*

 Ao mesclar política, economia, sociologia e história, Abi-Abib leva aos leitores uma verdadeira lição de humanidade, uma singular e bem-sucedida iniciativa de promoção social e cultural realizada pelo chamado “Sistema S”. Dessa maneira, o autor procura promover ou reforçar a relação entre governo e empresariado nas ações de reconstrução do Estado de bem-estar social em prol da melhor qualidade de vida para o trabalhador e suas famílias.

 **Ficha Técnica: **  
 **Título: **Capitalismo Social:  
 **Subtítulo:** O que é? Como adotar? Por que ele pode mudar o Brasil?  
 **Autor:** Maron Abi-Abib  
 **Editora:** Albatroz  
 **ASBN:** 978-85-7145-250-3  
 **Formato:** 15,8 x 23 cm  
 **Páginas:** 495  
 **Preço:** R$ 78,00  
 **Link de venda do livro: **[https://bit.ly/2UQJBkk](https://bit.ly/2UQJBkk)

 **Sobre o autor:** Maron Emile Abi-Abib é administrador, contador e professor com especialização em gestão de organizações sociais. Ao longo de sua vida profissional, teve como missão, entre outras, planejar, organizar, implantar e administrar unidades voltadas para a área social. A sua formação de administrador agregou conhecimentos que o credenciaram a atuar em empreendimentos no âmbito da educação, cultura, saúde, nutrição, hotelaria, turismo, lazer esportivo e recreativo e meio ambiente. Pautou-se sempre por linhas filosóficas que buscam, na gestão das organizações, garantir o diálogo e a democratização das estruturas de poder como estratégias para o crescimento humano ao lado do crescimento dos negócios. Seus trabalhos técnicos na gestão de empresas implicaram permanente investimento no desenvolvimento dos recursos humanos. Preservar a autoestima em alta e o sentimento de utilidade ou responsabilidade social, fatores inerentes ao ser humano, foi ponto vital de sua atenção em gestão de empresas, notadamente aquelas dedicadas ao bem-estar social.

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