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title: &quot;Diminui número de brasileiros que ficam além do tempo permitido nos EUA&quot;
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author: MercadoComum
date: 2019-12-09T11:43:49-03:00
categories: [Turismo, Feiras, Congressos e Seminários]
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# Diminui número de brasileiros que ficam além do tempo permitido nos EUA

| *Dados do Departament of Homeland Security — DHS mostram que em 2016, o percentual de brasileiros acolhidos nos EUA com o visto B1/B2, conhecido como visto de turista, era de 1,90% em 2018, o percentual caiu para 1,65%. Brasileiros estão usando viagens ao país para sondar possibilidades de negócio, afirma o Global Business INSTITUTE.*

 O número de brasileiros que permanece além do tempo permitido nos EUA caiu, enquanto o turismo de negócios aumentou, afirma instituto americano. É o que mostram relatórios do DHS de 2016 e 2018. O maior rigor contra a imigração ilegal empreendido pelo presidente Donald Trump e o bom momento para empreendedores brasileiros no país podem ser a razão desta diminuição. É o que acredita o Global Business INSTITUTE — GBI, um hub de negócios que auxilia brasileiros nos EUA.

 “O brasileiro passou a compreender, de modo geral, que não é mais vantajoso vir ilegalmente aos EUA para trabalhar e empreender. A parte B2 do visto, popularmente conhecido como visto de turista, permite a prospecção de negócios por aqui e muitos estão usando esse caminho para sondar as possibilidades e retornar ao Brasil com conhecimento real sobre como investir nos Estados Unidos”, afirma Manoel Suhet, presidente do GBI.

 Os números do DHS mostram que em 2016 o total de ‘overstays’ — ou permanência ultrapassada, cometida por brasileiros era de 39.455, já em 2018 foi de 36.289 casos registrados. “O brasileiro está compreendendo que não adianta seguir o caminho fácil ao invés do caminho correto na hora de viver e investir legalmente nos Estados Unidos. O controle do Governo e os riscos de naufrágio da iniciativa imigratória tem sido fatores comumente relatados por nossos clientes”, pondera Manoel Suhet.

 **EUA de portas abertas  
 **Os especialistas do GBI acreditam que, embora haja um maior rigor contra a imigração ilegal, os EUA nunca ofereceram um momento tão bom para estrangeiros interessados em investir e morar legalmente no país. Muitos brasileiros estão usando as viagens de fim de ano para conhecer possibilidades de negócio e investimento no país.

 “Temos sido mais procurados por brasileiros que estão em turismo nos EUA em busca de informações sobre como imigrar e estabelecer um negócio rentável no país. É um movimento que não se observava anteriormente. Sempre defendemos que o planejamento é importantíssimo em qualquer empreitada de internacionalização. Separar um momento da viagem para saber mais sobre empreendedorismo e investimento nos EUA é uma escolha correta que parece estar atraindo muitos brasileiros”, explica Suhet.

 O turismo de negócios parece ser uma tendência mundial. No Brasil, apenas no primeiro semestre deste ano, cresceu 14,7% na comparação com o mesmo período de 2018, segundo a Abracorp. Nos EUA, o aumento do número de visitantes também é registrado. Dados do National Travel &amp; Tourism Office mostram que até outubro de 2019, o país recebeu 1.724.223 turistas brasileiros. O Brasil ocupa a 6ª colocação no ranking de países que mais enviam turistas aos EUA.

 “Não se pode cair na falácia de que imigrar aos EUA é fácil e sem custo, como afirmam muitos *influencers* na internet. Os prejuízos são inúmeros. Com visto de turismo e negócios (B1/B2) também não se pode trabalhar, muito menos com visto de estudante (F1). Quem deseja realmente fazer a escolha certa deve atentar-se para o planejamento e procurar apoio especializado de empresas sérias”, alerta Manoel Suhet.

 Suhet pondera ainda que o mais importante numa escolha imigratória aos EUA é não violar a intenção do visto que se possui. Também nunca escolher permanecer ilegalmente – além do tempo autorizado – no país. “Quem tem planos a longo prazo deve estar atento para não cometer estes tipos de falha. Um empreendedor que deseja sucesso não pode começar de forma incorreta”, afirma.

 **Brasileiros fazem sucesso nos EUA  
 **Quando o caminho é correto o resultado positivo sempre vem. O impacto econômico da comunidade brasileira nos EUA é expressivo. Dados do Mapa Bilateral de Investimentos Brasil X EUA, mostram que o estoque de IED brasileiro nos Estados Unidos cresceu 356% entre 2008 e 2017, alcançando US$ 42,8 bilhões em 2017, em comparação com US$ 9,3 bilhões em 2008. Esses investimentos abrangiam vários setores, como metais, comércio atacadista e instituições financeiras.

 O mesmo relatório mostra que em 2015, as afiliadas brasileiras empregaram 74.200 funcionários nos Estados Unidos. De 2009 a 2015, as empresas brasileiras nos Estados Unidos venderam significativamente mais internamente e geraram mais valor agregado nos Estados Unidos em comparação com outras economias, como Índia, China, Rússia e México. O Brasil foi o segundo país, entre os analisados, que mais gerou empregos, atrás apenas do México. As empresas brasileiras, em 2015, detinham US$ 102,2 bilhões em ativos nos Estados Unidos, o dobro de 2009. Além disso, o valor vendido no mercado interno e o valor adicionado pelas subsidiárias brasileiras ao produto bruto dos EUA, em 2015, foi de US$ 48,3 bilhões e US$ 7,9 bilhões, respectivamente.

 Para os especialistas do GBI, uma decisão simples pode levar o empreendedor interessado no mercado americano ao sucesso. “O empreendedor pode seguir informações aleatórias da internet ou pode confiar em uma consultoria especializada e registrada nos Estados Unidos a quem possa recorrer em todo o processo. Este suporte é decisivo no sucesso do negócio e da vida no país norte-americano”, afirma Suhet.

 **Sediado em Miami, o Global Business INSTITUTE (GBI) é formado por um time de empresários experts em internacionalização de negócios brasileiros para o exterior. Especialistas em pesquisa de mercado, planejamento e longevidade dos negócios, o time de empresários auxilia empreendedores brasileiros que buscam exportar suas marcas, produtos ou serviços na modalidade de consultoria corporativa. Para mais informações acesse: [http://globalbusinessinstitute.org/pt/](http://globalbusinessinstitute.org/pt/)* |  |
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